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Ministro Emmanoel Pereira se reúne com presidentes dos TRTs

O ministro Emmanoel Pereira, eleito para assumir a Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) na próxima semana, se reuniu, na última quinta-feira (10), com os presidentes dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs). O encontro telepresencial foi realizado por meio da plataforma Zoom.

Segundo o ministro Emmanoel Pereira, a conversa teve o objetivo de ouvir as sugestões dos representantes das cinco regiões brasileiras e ampliar o diálogo, para fortalecer ainda mais a Justiça do Trabalho nos próximos meses. “Quero que minha gestão seja participativa”, afirmou. “A porta do meu gabinete está aberta, e ele será uma extensão do gabinete dos senhores”.

O presidente do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais (Coleprecor), desembargador Marcello Maciel Mancilha, do TRT da 17ª Região (ES), colocou em discussão a reposição de servidores e magistrados e as dificuldades enfrentadas, nos últimos anos, com a redução da capacidade de trabalho nos TRTs. O magistrado também elogiou a iniciativa do ministro de promover a reunião dando voz e escutando as reivindicações e as particularidades de cada região.

Durante o encontro, também foram discutidas as formas de melhorar o teletrabalho, a uniformização de ações entre os TRTs enquanto perdurar a necessidade do distanciamento social e a possibilidade de continuar a realizar audiências virtuais nos Centros Judiciários de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejuscs), mesmo com o fim da crise sanitária da covid-19.

Ao encerrar o encontro, o ministro Emmanoel Pereira avaliou-o como proveitoso e pontuou que a análise das solicitações terá prioridade em sua gestão. Por fim, enalteceu a força da coletividade. "A partir das reivindicações de todos, temos a certeza de que, levando a solução, vamos tornar cada Regional bem mais forte do que já é hoje. Com Regionais fortes, é a Justiça do Trabalho quem ganha. A nossa instituição se fortalecerá mais com a união de todos nós", concluiu.

Fonte: TST