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Ciranda da mediação leva cultura da conciliação para escolas públicas de MS


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O Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Soluções de Disputas (Cejusc), em parceria com a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão (Cpai), realizou a primeira edição da “Ciranda da Mediação”, no dia 28 de outubro, na Escola Municipal Indígena Cacique João Batista Figueiredo, na Aldeia Tereré, em Sidrolândia.

“Ciranda é um tipo de brincadeira que envolve dança e música. O projeto Ciranda da Mediação, então, tem em si todos esses elementos, em que por meio de brincadeiras, contação de história e música apresentamos aos pequeninos (com idades entre 5 e 7 anos), conceitos básicos e primários de cultura da paz, mediação, empatia, inclusão, autoconhecimento e felicidade”, explica a juíza Déa Yule, gestora regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem e coordenadora do Cejusc Campo Grande.

A magistrada conduziu o evento educacional, que teve uma leitura e discussão do livro infantil “A parte que falta”, de Shel Silverstein, e a palestra “Comunicação com empatia”. Mais de 30 crianças aprenderam, por meio de atividades lúdicas, sobre mediação e temas afins, tais como empatia, solidariedade e inclusão. Com o sucesso da iniciativa, ela passa a ser permanente na agenda do Cejusc, que pretende levar o projeto para mais escolas de Mato Grosso do Sul. “O envolvimento e encantamento das crianças com as atividades da Ciranda da Mediação foram incríveis e, seguramente, despertou, nesses pequenos, reflexões que resultam em amor, compaixão e paz”, afirma a juíza Déa Yule.